Lula sanciona Lei Geral da Copa do Mundo Feminina e garante marco legal para o Brasil 2027

Governo projeta impacto social e esportivo com maior participação de mulheres no esporte

Foto: Lívia Villas Boas / CBF

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sanciona nesta terça-feira (2) a Lei Geral da Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027. O texto estabelece as condições operacionais para a realização do torneio no país, incluindo proteção de marcas, credenciamento, recepção de delegações e demais exigências para competições internacionais dessa magnitude. A lei também garante a aplicação da meia-entrada durante o evento, com o objetivo de ampliar o acesso da população às partidas.

A elaboração do texto passou por debates com ministérios, CBF, FIFA, instituições parceiras e o Congresso Nacional antes de chegar à sanção presidencial. Para o Governo Federal, a sanção marca o início de uma nova fase dos preparativos. O Ministro do Esporte, Paulo Henrique Cordeiro, destacou que o objetivo vai além da organização do torneio.

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“A sanção da Lei Geral da Copa marca uma nova etapa dos preparativos do Brasil para receber a principal competição esportiva feminina do planeta. Nosso compromisso é garantir que os benefícios da Copa permaneçam no país muito depois do apito final, é garantir o legado social e esportivo que estamos construindo”, afirmou.

A secretária extraordinária da Copa, Juliana Agatte, reforçou que os impactos precisam começar a ser construídos antes mesmo dos jogos.

“A Copa do Mundo Feminina da FIFA Brasil 2027 é uma oportunidade histórica para ampliar espaços de liderança para mulheres dentro e fora do esporte. O legado da Copa começa antes da bola rolar e será construído a partir das oportunidades que conseguirmos criar para meninas e mulheres em todo o país”, destacou.

Entre os resultados esperados pelo governo estão o fortalecimento do futebol feminino, a maior participação de mulheres em funções técnicas e de gestão esportiva e o estímulo à prática esportiva entre meninas.

“O Brasil foi escolhido para sediar a Copa. Agora queremos ser reconhecidos pelos impactos positivos que deixaremos para as próximas gerações. A Copa será disputada durante um mês. Os benefícios que queremos construir devem durar décadas”, concluiu o Ministro Paulo Henrique Cordeiro.

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