No dia 24 de março, o Comitê Paralímpico Internacional confirmou que o triatleta brasileiro, Ronan Cordeiro, perdeu a medalha de prata que conquistou nos Jogos Paralímpicos de Paris 2024. A punição ocorreu após ele reprovar no exame de doping.
Em 2025, Ronan havia sido suspenso provisoriamente pela Agência Internacional de Testes, por um resultado analítico adverso no teste realizado após os Jogos Olímpicos, em setembro de 2024. Um dia após conquistar a medalha de prata inédita para o Brasil, o triatleta testou positivo para 19-norandrostenediol, uma substância da classe dos anabolizantes que consta como proibida.
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O brasileiro negou as acusações e solicitou a audiência para recorrer da sua suspensão provisória. O Tribunal Independente Antidoping do IPC concluiu que o atleta violou o código antidoping, acatando a punição sugerida.
Além do Brasil perder uma medalha Paralímpica, os resultados de Ronan na categoria PTS5 foram desqualificados oficialmente.
Mesmo sem a prata, a campanha brasileira nos Jogos Paralímpicos de verão da última edição segue sendo a melhor da história. A delegação somou 88 pódios, com 25 ouros, 25 pratas e 38 bronzes, ficando na 5° colocação.
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