Após experiência no futebol paulista, Ricardo Lima avalia vivência no Brasil e destaca crescimento profissional

Treinador português também destaca quem são suas inspirações na função e como esses nomes influenciam o seu método de trabalho

Foto: Divulgação

Vindo da escola europeia de treinadores, Ricardo Lima teve nessa temporada os primeiros trabalhos no futebol paulista, quando realizou boas campanhas no comando de Sertãozinho e Água Santa, respectivamente.

Trabalhando nessas equipes, o português esteve à frente do banco de reservas em 23 oportunidades e permaneceu 16 jogos invicto somando as duas passagens.

Diante dessa vivência, o profissional de apenas 43 anos destaca o aprendizado tido até agora em terras tupiniquins.

“O maior aprendizado que tive no futebol brasileiro foi perceber que o mais importante é, sem qualquer dúvida, a necessidade de ganhar. Gosto de um jogo esteticamente atrativo que apaixone o torcedor, uma ideia de jogo que valorize o jogo e o jogador onde o principal objetivo será sempre vencer”, disse antes de completar.

“Hoje sou muito melhor pessoa e treinador, fruto de todas as experiências vivenciadas no Brasil. Foram três projetos de sucesso onde aprendi muito com todas as pessoas que conheci ao longo da minha caminhada. Sou muito grato”, afirmou Lima, que também dirigiu o time do Capital FC, no Brasil.

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Com tantos nomes com passagens pelo futebol braileiro, Ricardo Lima também aponta como usufrui disso e ressalta as suas principais inspirações.

“A formação portuguesa de treinadores é hoje uma das melhores do mundo.A minha maior referência é o José Mourinho, o melhor treinador português de sempre que revolucionou o treino e metodologia de futebol. A sua visão, sabedoria, coragem, liderança e carisma ainda hoje me influenciam positivamente.Tenho outros treinadores que me inspiram como Klopp, Guardiola, Unay Emery e Simeone.No Brasil a minha grande inspiração e referência é Abel Ferreira, pois a sua forma de estar, energia, paixão, intensidade, consistência e resiliência contagiam-me.Identifico-me totalmente com o treinador e ser humano Abel Ferreira e ambém gosto muito do Fernando Diniz”, concluiu.