O Cruzeiro tinha uma conta antiga para acertar em Belém. Nunca havia vencido o Remo jogando na cidade: sete derrotas e quatro empates em 13 confrontos ao longo de décadas. Na noite deste sábado (25), no Baenão, o Cabuloso fechou esse capítulo com um 1 a 0 .
O gol de Arroyo foi o único, mas suficiente. Suficiente para dar ao Cruzeiro a terceira vitória consecutiva no Brasileirão, subir cinco posições na tabela e chegar ao 11° lugar com 16 pontos. Suficiente também para encerrar o jejum de resultados positivos fora de Belo Horizonte. Antes dessa rodada, o time celeste somava quatro derrotas e um empate como visitante na competição, com apenas um ponto conquistado longe do Mineirão.
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O treinador Artur Jorge reconheceu que o resultado foi construído mais na organização coletiva do que no brilho individual. Para ele, o time soube ler o jogo e responder ao que a partida exigia em cada momento.
“Foi uma equipe que se comportou à medida do que o jogo nos pediu. Foi combativa, que soube aproveitar as oportunidades que teve. Fomos um time solidário, com um bom trabalho do ponto de vista coletivo”, avaliou.
O técnico também explicou por que o desempenho ficou abaixo do que o Cruzeiro costuma apresentar. O gramado pesado do Baenão limitou a movimentação e tirou fluidez do jogo, mas o português fez questão de destacar a maturidade da equipe para administrar a vantagem.
“Não fomos tão brilhantes, mas isso era impossível hoje devido ao relvado ruim. Tivemos mais oportunidades e soubemos sofrer no momento certo. A equipe teve personalidade e soube gerir o resultado”, concluiu.
O Cruzeiro muda o foco para receber o Boca Juniors no Mineirão, às 21h30, pela terceira rodada da Copa Libertadores. A equipe celeste se encontra no grupo da morte e ocupa o terceiro lugar do grupo D.
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