Flamengo lidera ranking da IFFHS e puxa domínio brasileiro na América do Sul

Palmeiras e Fluminense completam pódio continental em lista anual da entidade

Flamengo lidera ranking da IFFHS e puxa domínio brasileiro na América do Sul
Foto:Adriann Fontes/Flamengo

A IFFHS divulgou seu ranking anual de clubes da América do Sul, e o Brasil dominou a lista. Flamengo, Palmeiras e Fluminense foram apontados como os três melhores clubes do continente no ciclo avaliado entre 1º de dezembro de 2024 e 30 de novembro de 2025.

O Flamengo aparece no topo com 400 pontos, reflexo de uma temporada extensa e marcada por títulos internacionais e nacionais. Na sequência, o Palmeiras somou 378 pontos, enquanto o Fluminense fechou o pódio com 314.

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O domínio brasileiro se estende pelo restante do top-10: o Botafogo aparece em quarto lugar e o Atlético-MG surge em oitavo. O melhor clube estrangeiro da lista é o Racing, quinto colocado.

Ranking sul-americano da IFFHS (2025)

  1. Flamengo – 400
  2. Palmeiras – 378
  3. Fluminense – 314
  4. Botafogo – 264
  5. Racing — 234
  6. Atlético Nacional – 229,5
  7. LDU – 216,5
  8. Atlético-MG – 216
  9. River Plate – 210
  10. Lanús – 208

A hegemonia nacional também se repete na versão mundial do ranking. Entre todos os clubes avaliados pela IFFHS, o Flamengo aparece em oitavo, o Palmeiras em nono e o Fluminense em 14º, novamente os três melhores brasileiros. O topo é ocupado pelo PSG, seguido por Real Madrid e Chelsea.

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Top-14 mundial da IFFHS (2025)

  1. PSG – 585
  2. Real Madrid – 534
  3. Chelsea – 483
  4. Inter de Milão – 453
  5. Bayern de Munique – 437
  6. Barcelona – 404
  7. Arsenal – 401
  8. Flamengo – 400
  9. Palmeiras – 378
  10. Borussia Dortmund – 371
  11. Atlético de Madrid – 358
  12. Manchester City – 339
  13. Aston Villa – 335
  14. Fluminense – 314

Como funciona o cálculo

O ranking é atualizado mensalmente e leva em conta o desempenho dos clubes em torneios nacionais e internacionais, com pesos diferentes conforme o nível de competitividade. O recorte sempre considera os últimos 12 meses. Criada em 1987, a metodologia é conduzida por um júri composto por jornalistas e especialistas de 120 países.