Messi amplia legado em Copas e coleciona marcas históricas na estreia da Argentina

Trajetória iniciada em 2006 ganha novo marco com recordes e protagonismo na Argentina

Foto: Divulgação/Fifa

ionel Messi entrou em campo na estreia da Argentina na Copa do Mundo de 2026 já cercado por expectativas. Saiu dele com mais espaço reservado na história. Aos 38 anos, o camisa 10 alcançou uma série de marcas inéditas e reforçou um legado que atravessa gerações do futebol mundial.

A vitória por 3 a 0 sobre a Argélia serviu de cenário para uma partida especial. Além de comandar o resultado, o argentino passou a ser o primeiro jogador a disputar seis edições diferentes de Copa do Mundo. A lista começou em 2006 e agora ganha mais um capítulo duas décadas depois.

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“Obviamente, é um momento muito lindo para mim, minha família e meus companheiros. Poder começar a Copa do Mundo desse jeito me deixa muito feliz”, afirmou o atacante após a partida.

Partida histórica aumenta coleção de recordes

Os números construídos diante da Argélia ajudam a explicar por que a atuação entrou para a carreira de Messi. Os três gols marcados fizeram o argentino alcançar 16 tentos em Copas do Mundo, igualando a marca de Miroslav Klose.

O resultado também levou o camisa 10 às 17 vitórias em Mundiais, número que o coloca novamente ao lado do ex-atacante alemão em outra estatística histórica da competição.

A coincidência tornou a data ainda mais simbólica. Foi justamente no aniversário de 20 anos de seu primeiro gol em Copas que Messi alcançou o topo da lista de artilheiros do torneio. Em 2006, ainda jovem, ele balançou as redes contra Sérvia e Montenegro. Agora, duas décadas depois, segue ampliando a própria trajetória.

“O mais importante é começar vencendo. Nunca é fácil jogar uma primeira partida de Copa do Mundo”, destacou.

Com a atuação, Messi também largou na frente na disputa pela artilharia da edição de 2026. Mas, para o craque argentino, o foco segue coletivo.

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“Primeiro, quero agradecer à nossa torcida. É mais uma demonstração de que a Argentina é uma loucura”, concluiu