Oppenkoski brilha, Lucão faz história e Cruzeiro é decacampeão da Superliga Masculina em cima do Campinas

Central igualou Serginho como maior campeão entre jogadores do torneio enquanto oposto liderou a decisão com 18 pontos

Foto: Agência i7/Sada Cruzeiro

Saiu a zica em grande estilo! Depois de perder duas finais justamente para o Vôlei Renata/Campinas, o Sada Cruzeiro espantou a má fase, ganhou do algoz em grande atuação, por 3 sets a 0 (25/14, 27/25 e 25/21), no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, e faturou o décimo título da Superliga Masculina, na manhã deste sábado (10).

O treinador Filipe Ferraz ampliou sua marca histórica e chegou ao 11º título da carreira na competição, somando conquistas como jogador e treinador. Dentro de quadra, Oppenkoski (18), Lucão e Rodriguinho (11) foram os maiores pontuadores da final.

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O jogo

Primeiro set

O Cruzeiro começou forçando o saque com Wilian e conseguiu abrir três de vantagem. Apesar de manter a dianteira do marcador, o time estrelado via o Campinas encostando. Bruninho apostava mais em jogadas abertas, mas foi com o central Judson que o Campinas conseguiu descontar e impedir o grande avanço dos adversários (10/14). A equipe comandada por Filipe Ferraz manteve a agressividade, contou com os erros do Vôlei Renata e do crescimento de Oppenkoski para fazer 20/10 e rapidamente encerrou a parcial em 25/14.

Segundo set

Diferentemente da etapa anterior, o Campinas acordou e deixou o jogo disputado. Desde que a bola subiu, as equipes trocaram pontos. Otávio, que pontuou em todos os fundamentos, soltou um foguete no saque para abrir a maior vantagem até então (11/8). Contudo, Adriano soltou o braço para deixar os paulistas vivos no jogo e obrigar o primeiro pedido de tempo do Cruzeiro (19/18). O confronto voltou a ficar equilibrado, com a Raposa errando mais. No lá e cá, a eficiência nas viradas de bola e na parte defensiva do lado estrelado prevaleceram para fechar a parcial em 27/25.

Terceiro set

O Vôlei Renata tentou repetir o bom início e até largou na frente, mas tinha um problema para seguir assim: o Cabuloso também manteve o alto nível, com Brasília distribuindo bem o jogo. Rapidamente, o Cruzeiro voltou a ter folga no placar com bela paralela de Rodriguinho (12/9). Horacio Dileo até pediu tempo para ajustar a equipe paulista, que, apesar de aguerrida, pouco conseguia fazer devido à grande atuação estrelada, especialmente de Oppenkoski. O oposto soltou o chicote para abrir cinco (19/14).

Em um breve déjà vu, o Campinas esboçou uma reação, deixando em 21/18 e colocando emoção na reta final. O Cruzeiro manteve a pressão e o título veio na diagonal curta de Oppenkoski.

Lucão iguala recorde de Serginho

Foto: Agência i7/Sada Cruzeiro

Campeão olímpico no Rio 2016, Lucão ampliou ainda mais o currículo vitorioso aos 40 anos. O central comemorou o nono título da carreira na Superliga e igualou o ex-líbero Serginho como maior campeão entre os jogadores do torneio.

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Todos os campeões da Superliga Masculina

  • 1964: Minas
  • 1976: Botafogo
  • 1978: Paulistano
  • 1980: Santo André
  • 1981: Boavista
  • 1982: Santo André
  • 1983: Santo André
  • 1984: Minas
  • 1985: Minas
  • 1986 Minas
  • 1987: São Paulo
  • 1988/89: Santo André
  • 1989/90: São Paulo
  • 1990/91: São Paulo
  • 1991/92: São Paulo
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  • 1993/94: Suzano
  • 1994/95: Ginástica (RS)
  • 1995/96: São Paulo
  • 1996/97: Suzano
  • 1997/98: Ulbra
  • 1998/99: Ulbra
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  • 2000/01: Minas
  • 2001/02: Minas
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  • 2019/20: temporada cancelada devido à pandemia de Covid-19
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