No último sábado (11), o Brasil derrotou a Botsuana em casa e se consagrou campeão do Kalahari T20 International feminino de críquete, esporte que estreia nas Olimpíadas em Los Angeles 2028. Com campanha invicta, o destaque ficou para Laura Cardoso, que conquistou um recorde de eliminações no T20.
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O Kalahari International contou com cinco equipes da África meridional, onde a modalidade é mais praticada. O Brasil integrou o grupo ao lado de Botsuana, Lesoto, Malawi, Moçambique e Zâmbia.
O Brasil estreou dia 6, superando o Botsuana por 83 corridas. No dia seguinte, as brasileiras venceram o Malawi por 136 corridas, e mais tarde o Moçambique por 9 wickets. Dia 8, foi a vez da Zâmbia ser batida por 174 corridas e o Lesoto por 189 no dia seguinte, encerrando a primeira fase.
Na sexta-feira (10), já na segunda fase, o Brasil venceu novamente o Botsuana, por 8 wickets, e o Moçambique, por 9. Reencontrando as botsuanesas na final no Oval de Gaborone, a Seleção Brasileira venceu as anfitriãs por três wickets, menos três atletas eliminadas do que o adversário.
Na última partida, Lindsay Vilas Boas foi a MVP, mas foi Laura Cardoso quem entrou para a história durante o torneio. Na vitória diante do Lesoto, a vice capitã Laura Cardoso quebrou o recorde mundial de críquete, se tornando a primeira atleta nos dois gêneros do T20 a eliminar 0 adversárias. O maior número de wickets era de 8, do butânes Sonam Yeshey.

O título, além da campanha invencível do Brasil, marcou o primeiro troféu fora da América do Sul para a modalidade. Agora, elas competem em junho, em Ruanda.
A competição foi disputada no formato T20, que consiste em 20 séries de seis arremessos, denominadas overs. O críquete fará parte dos Jogos Olímpicos pela primeira vez em 2028, figurando em Las Vegas ao lado do Squash, Lacrosse e Flag Football.
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